segunda-feira, 22 de junho de 2009

A hora de ser GRÊMIO


A pedreira está aí. Já passamos da metade do ano e só agora o Grêmio enfrenta, às ganhas, um grande adversário no seu maior desafio do ano. Isto já em semifinal de Libertadores. O que mais se teve foi tempo para preparar o time para a hora da onça beber água. Um técnico confiável demorou a vir, mesmo assim Autuori é o acerto da direção. Só que erraram ao imaginar que a simples chegada de Autuori e uma alteração de esquema deixariam o Grêmio pronto em tão pouco tempo. Por imediatismo, nós torcedores chegamos a imaginar o mesmo.

Tendo um time de onze jogadores, mas ainda não uma equipe propriamente dita, O Grêmio precisa de um fato novo. O ataque argentino Maxi e Herrera é este fato novo e altamente gaseificado. O entrosamento já pode ser confirmado nas vezes que atuaram juntos, sem que nunca um tenha rolado para o outro, no centro do gramado, a bola após o apito inicial. O pênalti sofrido por Herrera numa bola que qualquer outro atacante já teria desistido e o gol de Maxi numa bola brigada pelo alto e cabeceada do jeito que deu aos 47 minutos ficaram como o sinal ao fim do jogo do misto contra o Goiás.

Se o time não está preparado para ganhar a Libertadores, a camisa do Grêmio sempre está. Que o time de uma força para ela no Mineirão, que tenham instinto de Libertadores, que saiba empregar o coperismo que só ele tem, sem vergonha de toda a catimba e acidentes de trabalho que forem necessários e deixe as coisas para serem resolvidas no Olímpico. Toda raça e o possível de futebol no Mineirão para que o Olímpico possa fazer a parte dele.

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