domingo, 28 de março de 2010

Analisando...

Evolução do meio-campo: a engrenagem de jogo está aí justamente com uma formação inesperada, que tem como base Douglas e Maylson. O próximo teste de Silas será montar a equipe quando tiver todos os jogadores à disposição. Souza, Leandro e Hugo vão apenas aquecer o banco com cara amarrada?

Melhora da defesa: talvez a chegada de Rodrigo e a nova formação da zaga, com a presença qualificada de Mário Fernandes tenha sido conseqüência na diminuição das trapalhadas na defesa gremista. Pesa também o fator do trabalho dos volantes e dos laterais. O advento de Edílson e o ingresso de Fábio Santos colaboraram para o setor defensivo. Na primeira fase, foram dez jogos e dez gols levados. Na Taça Fábio Koff, em cinco jogos o Victor foi vazado três vezes.

Invencibilidade do Olímpico: segurar a sequência de invencibilidade em casa tornou-se um objetivo paralelo às próprias vitórias. E, como disse Bonatto, o Monumental merece afagos por, definitivamente, estar anunciado o seu fim. Seria lindo se despedir dele com este marco. Mas, para isso, a equipe tem que fazer não só os resultados, como também honrar as histórias ali vivenciadas e escritas.

Cuidado com os ligamentos: tanto por parte dos adversários, quanto dos auto-desafios – que devem ser impostos –, a tendência é que as dificuldades aumentam. Para manter a constância e repetir a escalação, a preparação física deve ser intensa. Paulo Paixão faz um bom trabalho. As últimas lesões, em sua maioria, se devem a infelicidades. Estragos podem ser evitados com qualidade técnica: quando o time não precisa se aventurar em qualquer dividida de bola.

Grupo fechado: Meira disse que as sondagens estão encerradas. Negociações e especulações somente na próxima janela de transferências. Eis, portanto, a importância do primeiro semestre: fazer resultados e desenhar os próximos objetivos. Planejamento colocado em prática segura jogador e satisfaz o torcedor. Taça na prateleira é o que nos interessa.