quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Finalmente a Numeração Fixa!


Uma solicitação feita por muitos gremistas, enfim, será atendida após várias temporadas. O Grêmio e a Topper devem optar pela numeração fixa na temporada 2011.
Faço parte de um grupo de gremistas que não consegue entender o porquê de tamanha relutância do Grêmio ao longo desses anos em adotar a numeração fixa. Esse procedimento é obrigatório em competições como Copa do Mundo, Libertadores, Copa Sul-Americana e em Mundial de Clubes da FIFA. No futebol europeu, isso é praxe. Em nenhum dos casos, existem reclamações a respeito disso.

Nos últimos anos, o Grêmio apenas adotou numeração fixa quando era obrigado pelo regulamento da competição. No entanto, essa medida também vem se mostrando uma ação de marketing muito bem sucedida em gramados nacionais. A camisa 13 do Botafogo, destinada ao Loco Abreu, é sucesso no Rio de Janeiro, assim como tende a ser a camisa 9 de Ronaldo no Corinthians, a 10 em Rivaldo e em Ronaldinho no São Paulo e Flamengo respectivamente.

É natural que um torcedor queira uma camisa exclusiva de um jogador que tenha maior afinidade. Pode ser que haja aquele que deseja a 2 de Gabriel ou a 10 de Douglas. No Grêmio, as camisas 7, 10 e 16 mereceriam um tratamento especial, somente jogadores com experiência e talento para vesti-las, ou simplesmente um ídolo. Em lugares em que esse método é implantado, ninguém sai perdendo, pelo contrário, pode até aquecer a venda de produtos do clube. Logo, não há razão de não aplicar a numeração fixa no Grêmio.

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